Henrique é turismólogo. Formado na Universidade Federal de Juiz de Fora, mas made in Patos de Minas. Após cinco anos por aqui, ele resolveu ir um pouquinho mais longe de casa. Era a vez de Queenstown (Nova Zelândia) conhecer o organizador das viagens mais bombantes para o carnaval de Diamantina. [rs]. E foi por e-mail que ele nos contou como tem sido essa experiência.

 

 

 

“Com esse tempo morando em JF sem a minha família, eu já me achava adulto e independente o bastante. Mas aqui e uma situação é totalmente diferente. Passamos por um processo de mudanca cultural, que é diferente de qualquer coisa. Principalmente se você for uma pessoa apegada à família como eu sou. Isso é, sem dúvida, um grande obstáculo a ser superado”.

SNOWMASS: Henrique, conta um pouco sobre a sua “casa”.

Henrique: Desde quando vir morar Queenstonw- New Zealand, estou na Staff Accommodation do hotel onde eu trabalho, um lugar muito lindo, tem um lago enorme rodeado de montanhas, neve, etc... uma vista realmente extraordinária. O mais interessante e que nesse lugar mora a maioria do pessoal que trabalha no hotel, sendo um lugar bom para apreender ou aprimorar o English (Já que mora gente de toda parte do mundo).

SNOWMASS: E o trabalho? Foi difícil arrumar? Como é seu dia-a-dia nele?

Henrique: Saí do Brasil com o Emprego de Room attendant (mais chamado de Housekeeper). Segundo o pessoal da SNOWMASS, esse seria um emprego razoável devido ao meu English que era horrivel,rssss. Entao chegando aqui, testei o emprego e arrependi amargamente de não ter estudado English antes. Já que como disse a Carol, tudo vai depender do seu nível de inglês, isso foi a maior verdade que foi dita. Mas também as coisas aqui dependem muito do interesse de cada um e da forma como você trabalha. Depois de um mês, troquei de emprego dentro do próprio hotel, fui para cozinha trabalhar com Kitchen hand, acredite se quiser, achei melhor lavar pratos e panelas do que o Housekeeper. Depois de 4 meses aqui, com o inglês bem mais ou menos, ousei em pedir um emprego no restaurante com garçom. Hoje estou nos dois empregos. Em ambos, o nível de inglês é avançado. Por conta disso fui pra lá, por conta disso acredito ter melhorado bem meu o ingles.

SNOWMASS: todas as pessoas que vão têm seus objetivos. E o seus, foram alcançados?

Henrique: O melhor é vir com o objetivo de apreender o inglês e a cultura, o dinheiro que juntar usar para viajar no fim do intercâmbio, se tiver condições de fazer isso é show. Mas se não tiver, vale a pena do mesmo jeito.

Meus objetivos foram alcançados, estendi meu visto de 6 meses para mais um ano, devo ficar mais um tempo por aqui. Sinal que apesar de sofrer bastante vale muito a pena!!

 














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Atualizado 08/09/2010 19h45